O lore de Dark Souls III por outra perspectiva

O lore dos jogos da série Souls é tradicionalmente críptico, em que é preciso um esforço que transcende a passividade de assistir a uma cutscene para que seja compreendido, e ainda assim é famoso pelas lacunas que possui. E o Dark Souls III não é uma exceção, pelo contrário: a criptografia do lore nesse jogo é quase intransponível, a ponto de, quase 250 horas de jogo depois, ainda estava com muitas dúvidas a respeito do que estava acontecendo.

Então resolvi pesquisar, e o que encontrei não me agradou. A forma como o lore é contado, pelo ponto de vista da Cinza Inacesa, é ainda mais lacunosa, porque eu não conseguia entender a motivação de muitas das coisas que aconteciam ao meu redor enquanto progredia no jogo.

A partir disso surgiu a ideia deste post, em que eu conto a história de Dark Souls III não pela perspectiva do jogador, mas pela perspectiva daqueles que o jogador enfrenta durante o jogo. É importante ter um conhecimento superficial a respeito do lore dos três jogos da série para compreender totalmente o texto. Existe um ponto que demanda um conhecimento mais aprofundado, mas ele é explicado ali mesmo. Como todo lore da série Souls, tem muita especulação minha, como a forma que encontrei para preencher as lacunas, então deve ser encarada como o quê de fato é: a minha visão da história de Dark Souls III.


A GUERRA CIVIL DE LOTHRIC

O reino de Lothric era regido por um Rei, Oceiros, e uma Rainha, Gwynevere, e eles tiveram quatro filhos: Lorian, Lothric, Gertrude e Ocelotte. Oceiros, devido ao parentesco de sua esposa com Gwyn – e talvez manipulado pela serpente primordial Frampt -, se tornou obcecado em gerar um herdeiro digno de manter a tradição de acender a chama.

O reino era conduzido sob a égide dos três pilares de Lothric:

– O Cavaleiro: como o nome bem sugere, o Cavaleiro representa as forças de combate que eram personificadas pelos guerreiros. Lhes era permitido domar dragões para a batalha, e esses dragões se tornaram o símbolo do poder de Lothric. Com seus dragões e armas abençoadas, os cavaleiros de Lothric esmagavam todos os que se colocavam em seu caminho.

– O Sábio: o Sábio representa a parte acadêmica de Lothric, e, pela sua importância, seus membros têm acesso à Grande Biblioteca, próxima do castelo principal. Essa proximidade não agradava aos membros dos outros pilares, que se sentiam relegados a uma importância inferior. Um dia, os sábios receberam em audiência os gêmeos pregadores, dois feiticeiros que dominaram a arte criada por Logan como uma forma de “traduzir” a magia criada por Seath. Esses gêmeos, chamados de sábios de cristal, treinaram os demais sábios e serviram como guias espirituais em suas pesquisas. A pesquisa conduzida era tão terrível como a de Seath, que era adorado como o Dragão Branco, porque, se realzada sem a devida cautela, poderia induzir à loucura. O primeiro dos sábios, que se opunha à tradição de acender a chama, foi Aldia, tutor privado do Príncipe Lothric.

– A Sacerdotiza: a Alta Sacerdotiza cuida da fé em Lothric. A atual, Emma, foi ama de leite do Príncipe Lothric. A família real tinha como obsessão gerar um herdeiro que não só fosse capaz de acender a chama mas também sobreviver como um Lorde das Brasas, e realizaram feitos terríveis com esse intento, a ponto de amaldiçoar o Príncipe Lothric, demandando cuidados constantes por parte de Emma.

Esses feitos estão ligados à busca da Espada do Luar de Seath, depois que o Rei descobriu a relação entre Seath e os sábios de cristal. Mas o que estava feito não podia ser desfeito, e Lothric estava destinado a queimar na chama e se tornar um Lorde das Brasas. Mas ele era um menino frágil e fraco, e passou a vida acometido por doenças. Por motivos que ainda não se sabe, seu irmão Lorian compartilhou da maldição, se tornando mudo e paraplégico. Com isso, a alma dos irmãos se tornou uma só, e Lorian não poderia morrer a menos que Lothric morresse junto, ou seja, os dois irmãos deveriam se sacrificar para acender a chama. Em algum ponto, decidiram dar um fim ao ciclo, e deixaram de atender ao chamado da Guardiã da Chama para cumprir a sua função, e viram a chama enfraquecer.

Paralelamente a isso, Gertrude recebe a visita de um anjo, dando início a uma fé paralela em Lothric, que logo se tornaria proibida pelos três pilares. Gertrude foi julgada como herege e condenada a passar o resto da vida em uma jaula, sob vigília de um dos sábios de cristal. Nessa época, o catalizador de Gertrude foi confiscado e ela foi utilizada como cobaia para modificações implementadas nele, para que fosse capaz de catalizar não só milagres, mas também feitiçarias, o que acabou custando a sua vida.

A divisão da fé desencadeou uma guerra civil em Lothric, com os cavaleiros do reino de um lado e com os cavaleiros alados de outro, e é nesse contexto que a Cinza Inacesa chega a Lothric, para reclamar as brasas dos príncipes, que não atenderam ao chamado da Guardiã do Fogo.


A LEGIÃO DOS MORTOS

Antes de Farron existir, existia o reino de Oolacile, famoso pelo conhecimento de feitiçaria dos seus habitantes. Em tempos de paz, Oolacile foi visitada por Kaathe, que os convenceu a cavar a tumba do Homem Primordial. Nessa empreitada, algo de errado aconteceu, o Homem Primordial se tornou uma fera insana – Manus -, e desencadeou o Abismo, consumindo toda a região. E, nesse contexto, surgiu Artorias, para salvar o reino e resgatar a Princesa da Aurora. Mas o cavaleiro foi subjugado, e deu a vida para proteger seu fiel companheiro, Sif.

Após o fracasso de Artorias, o Abismo seguiu consumindo o local, até que Oolacile e sua feitiçaria caíram no esquecimento. Elizabeth, o cogumelo, contou diversas vezes a história de Artorias, o Andarilho do Absimo, e essa lenda atraiu seguidores, que depois formaram um culto: a Legião dos Mortos.

Devotos de Artorias, a Legião dos Mortos rumou para a antiga Oolacile para dar continuidade a sua missão: afastar o Abismo e salvar Oolacile a qualquer custo. Para isso, juraram pelo sangue do lobo, e com isso conseguiam manter a sanidade mesmo após morrerem diversas vezes. Eles tomavam o “a qualquer custo” de forma literal, mesmo que isso custasse a destruição de um reino inteiro, como foi o caso de Carthus.

Os líderes da Legião dos Mortos eram conhecidos como Vigilantes do Abismo, que recebiam assitência de um dos sábios de cristal, que desenvolvia feitiçarias. Esses guerreiros formavam uma frente especial de combate para conter o Abismo, e seu treinamento marcial era inspirado na técnica desenvolvida pro Artorias, demonstrando maior agilidade do que mera força física.

Apesar de terem boas intenções, os Vigilantes do Abismo eram radicais, e a mais ínfima das ameaças vindas do Abismo justificaria a destruição de um reino inteiro. Quando Wolnir, senhor de Carthus, se aliou ao Abismo, a Legião dos Mortos o perseguiu, assolou seu reino e o aprisionou nas catacumbas abaixo de Farron, batizadas de Catacumbas de Carthus.

Dentro dessa obsessão de serem mais do que meros mortos-vivos, os Vigilantes do Abismo ansiavam por se tornar semelhantes aos deuses, como Lordes das Brasas, e atingiram esse fim ao se sacrificarem em conjunto para acender a chama e manter viva a era do fogo. E, assim, foram consumidos, e a sua vigília se encerrou.

Com a ausência dos Vigilantes, o Abismo retornou. Sem líderes, a Legião dos Mortos se tornou vazia, ou vagando pela terra ou migrando para o Mundo da Pintura de Ariandel. Como não havia mais ninguém para perseguir aqueles que foram corrompidos pelo Abismo, Farron acabou sendo consumido e se tornando um pântano apodrecido. Quando a convocação da Guardiã da Chama despertou os Vigilantes, seu lar havia sido destruído e a sua missão havia fracassado. A influência do Abismo acabou corrompendo os Vigilantes, que iniciaram uma luta entre si, movida pela loucura e pela corrupção, e acabaram ignorando o Sino do Despertar, até que a Cinza Inacesa chegasse até lá e reclamasse as suas brasas.


ALDRITCH, SANTO DAS PROFUNDEZAS, DEVORADOR DE DEUSES

Originalmente, as Profundezas eram um lugar pacífico e sagrado, mas acabou se tornando o local de descanso final de criaturas terríveis. Antes de mais nada, é importante analisar a hierarquia de poder da Catedral das Profundezas: no topo está Aldritch, com três arquidiáconos abaixo dele: Royce, responsável pela guarda do caixão de Aldritch, McDonnell, do Vale Boreal e Klimt, que também servia Rosaria.

Aldritch era chamado de Santo das Profundezas porque ele manteve longe do Vale Boreal os monstros que saíam daquele lugar, e também impediu que os humanos cometessem a insanidade de buscar os poderes das Profundezas. Mas Aldritch desenvolveu o terrível hábito de devorar pessoas, se tornando obeso a ponto de se transformar em uma gosma, então os arquidiáconos não tiveram opção além de trancá-lo na Catedral e oferecê-lo em sacrifício para acender a chama, transformando-o em um Lorde das Brasas.

Com o tempo, a fome infinita de Aldritch cresceu, e ele deixou de devorar homens e passou a devorar deuses. Foi o Pontífice Sulyvahn que aprisionou Gwyndolin para que fosse devorada por Aldritch, e aprisionou Yoshka, uma das filhas de Gywn para ser devorada quando Gwyndolin não mais saciasse a fome de Aldritch. Especula-se ainda que antes de Gwyndolin, Aldritch já havia devorado a Bruxa de Izalith e Nito.

Mas a fome de Aldritch não se limitava apenas a gula pela gula, mas sim a um objetivo: Adritch tinha visões de uma era após a era do fogo, que envolvia um mar profundo. Ele precisava de poder para trilhar pelo caminho árduo até essa nova era, e, por ser um clérigo, Aldritch viu nos deuses uma fonte suprema de poder, e por isso dedicou a sua vida a devorá-los.


YHORM, O GIGANTE EXILADO

No início da era do local que viria a ser conhecido como Capital Profanada, havia Eleum Loyce, uma cidade coberta de neve, erguida sobre as Chamas do Caos, que eram mantidas por Alsana. Alsana tinha como objetivo extinguir o Caos Antigo, e reuniu um oráculo composto por ela e outras três mulheres. Com o tempo, esse oráculo se tornou mais e mais ganancioso, até que conjuraram a Chama Profanada, que caiu dos céus como o fogo do inferno, destruindo a cidade e incinerando quase todos os seus habitantes.

Sem saber o quê fazer, os poucos sobreviventes viram no gigante Yhorm a única salvação possível, e fizeram dele o regente da cidade. Assim, para salvar a Capital Profanada, Yhorm se ofereceu em sacrifício para acender a chama por achar que isso bastaria para acabar com a maldição imposta por Alsana.

Mas o povo ficou receoso que, em se oferecendo em sacrifício para acender a chama, Yhorm se tornaria um Vazio e se viraria contra a cidade. Então, Yhorm forjou duas espadas, as Regentes da Tempestade, entregando uma para seu melhor amigo, Siegward de Catarina, e mantendo outra ao lado de seu trono, sabendo que um dia uma Cinza Inacesa apareceria para reclamar suas brasas. E assim, Yhorm se sacrificou para acender as chamas, se tornando um Lorde das Brasas, e esse sacrifício não bastou para levantar a maldição. Então, o gigante se isolou em uma alcova, insano, aguardando a chegada da Cinza Inacesa.

Mas antes da Cinza Inacesa chegou Sulyvahn, determinado a domar a Chama Profanada e reclamá-la para si. Apesar de não ter enfrentado o Lorde das Brasas, o Pontífice tomou parte do poder da Chama, crescendo em poder e se tornando a criatura que é.


PONTÍFICE SULYVAHN

Sulyvahn nasceu no Mundo da Pintura de Ariandel, e lá se tornou um feiticeiro. Mas, como não tinha experiência de perda e de desespero, como os habitantes do Mundo da Pintura de Ariandel, se sentia exilado em um mundo de exilados, e abandonou a Pintura, rumando para Irithyll. No caminho, se deparou com a Capital Profanada e a Chama Profanada, utilizada para forjar a Espada Profanada, sua arma de escolha. Com esse poder, Sulyvahn passou a governar o Vale Boreal com punho de ferro.

Com seus cavaleiros, Sulyvahn mantém o controle de Irithyll enquanto envia seus cavaleiros exilados para vigiar e conquistar terras distantes. Paranoico, Sulyvahn entregou anéis aos cavaleiros exilados para mantê-los sob controle, mas esses anéis os enlouqueceria com o tempo, transformando-os em praticamente animais, alguns inclusive se tornando quadrúpedes.

Ao se autoproclamar líder, Sulyvahn, o tirano, acabou com o poder dos cavaleiros da lua negra, por terem ligações com a “antiga realeza” de Anor Londo, pois eram liderados por um dos poucos “deuses” que remanesceram: Yorshka. Os demais habitantes de Anor Londo foram escravizados e trabalhavam sob os chicotes dos seus cavaleiros.

E é nesse contexto que Sulyvahn comete seu sacrilégio: a utilização dos deuses para alimentar Aldritch. Como compartilhava a mesma visão de Aldritch, de deixar a chama perecer e levar o mundo para a era do mar profundo, Sulyvahn posicionou seus cavaleiros exilados em pontos estratégicos para bloquear a passagem de qualquer um que pudesse buscar reacender a chama, colocando Vordt para impedir a saída da Muralha de Lothric e a Dançarina para impedir o acesso aos príncipes Lothric e Lorian.

Como Aldritch pretendia se posicionar como um “novo deus”, Sulyvahn pretendia ser o representante desse novo deus perante o povo, autodenominando-se “Pontífice”.


LUDLETH

O Morto-vivo Escolhido anterior, assim como Lothric, estava destinado a acender a chama. Mas, com a ajuda de seu irmão, Lothric se recusou a cumprir o seu dever e abandonou o Santuário do Elo de Fogo à escuridão. Na época de Ludleth, isso provavelmente condenou o mundo a uma era de escuridão. Mas Ludleth, de alguma forma, conseguiu se sacrificar novamente para a chama, dando uma segunda chande ao mundo, ao lançar-se (ou o que sobrou de si do sacrifício anterior) sobre as brasas que restaram da Primeira Chama.

Esse ato aparentemente criou um ponto no tempo em que Ludleth pode influenciar os eventos para arrumar o que aconteceu de errado no Santuário do Elo de Fogo. Isso se percebe porque o Santuário do Elo de Fogo em que a Cinza Inacesa chega quando é convocada pelos Sinos do Despertar é o mesmo que está depois da alcova de Oceiros, mas no caso do primeiro, Lothric não está lá. Por outro lado, a Lothric para a qual a Cinza Inacesa viaja é um local que está à beira da escuridão. A chama ainda não morreu totalmente, mas o Santuário está envolto em uma treva que está consumindo o resto do mundo.

Desperto para caçar os Lordes das Brasas, a Cinza Inacesa recebe a tarefa de “salvar o mundo” através da ação de Ludleth, consumindo as brasas dos Lordes e oferecendo-se em sacrifício para acender a chama.


LONDOR E A IGREJA NEGRA

É sabido que Londor é a terra dos Vazios, exilados de outras terras e que acabaram se congregando em um local para finalmente escapar da perseguição dos vivos.

E lá surgiu a Igreja Negra, formada por três donzelas: Friede, Yuria e Liliane, como se fosse a “fé” para os mortos-vivos, como uma oposição das outras fés como o Caminho dos Brancos. Enquanto esta encoraja acender a chama para reiniciar o ciclo da era do fogo e removendo a maldição dos mortos-vivos, aquela prega a salvação dos Vazios e a maldição de todas as coisas vivas. É importante mencionar que essa salvação é bem diferente do que se entende como “salvação”, pois é apenas a morte como o fim da maldição dos mortos-vivos. É o descanso final. A relação do povo de Londor com o status de Vazio é um tanto quanto irônica, pois ao mesmo tempo em que pregam a salvação dos Vazios, desenvolvem formas de esconder a sua aparência, ou até mesmo com uma reversão precária do status de Vazio.

A Igreja Negra prega a ideia do Senhor dos Vazios, que um dia surgirá para usurpar a chama, extraindo o real poder do Símbolo Escuro e ascendendo como novo herdeiro do mundo, e ostentando a verdadeira face da humanidade.


A ALMA DAS BRASAS

A Alma das Brasas contém a alma de Gwyn, primeiro Lorde das Brasas, bem como a de todos os Lordes que vieram depois, e as dos Mortos-vivos Escolhidos e dos Portadores da Maldição, e até mesmo das Cinzas Inacesas que acenderam a chama até aquele momento.

Assim como Gwyn, a Alma das Brasas teme os humanos, teme que a Alma Negra que existe dentro deles possa vir a mudar o destino do mundo, e por isso ele ataca quem quer que se aproxime da Primeira Chama.

A Cinza Inacesa que se coloca perante a Alma das Brasas ou está lá para tomar o seu lugar, e para isso precisa passar por um último teste, para determinar se a sua alma é forte o suficiente para tomar o seu lugar como protetor da Primeira Chama; ou está lá para fazer o oposto, ou extinguir a chama ou usurpá-la, e com isso trazer uma nova era, a era das trevas. Com os deuses mortos, a humanidade toma o seu devido lugar como regentes do mundo. Novamente, a Alma das Brasas teme essa possibilidade e lutará até a morte.


O PUS DA HUMANIDADE, A PODRIDÃO E A PINTURA QUE FARÁ SURGIR UM NOVO MUNDO

O pus da humanidade é um Vazio que foi corrompido pelo Abismo, muito semelhante ao que houve com Manus, muito tempo atrás. É sabido que a alma de Manus era um naco viscoso de gentil humanidade, porém, quando Manus enlouqueceu, ele se tornou uma fera que emanava a Escuridão, fazendo surgir o Abismo. E o pus da humanidade é exatamente isso: a manifestação física da loucura e caos trazidos pelo fim dos tempos, que acometem e corrompem os homens.

Muito semelhante ao pus da humanidade é a podridão que toma conta do Mundo da Pintura de Ariandel, que, com o passar do tempo é tomada pela podridão que normalmente atinge um quadro, uma tela, ou seja, uma decadência natural do ciclo da vida, e contra a qual não há nada a se fazer, a não ser trazer o fogo e, através dele, destruir a pintura.

Enquanto isso, aprisionada em um sótão, existe uma pintora, que visualizou um novo mundo, um lugar frio e escuro e gentil, que um dia servirá como um lar digno a alguém. Mas para isso, ela precisa de um pigmento especial, um pigmento feito a partir da Alma Escura dos homens.



FONTES
Reddit: indepth lore analysis on a lot of dark souls 3
Dark Souls III Wikia
VaatiVydia
Aegon of Astora
Jerks Sans Frontieres
ParagonDS
Angel No Moon

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