Sobre o D&D 5ª edição no Brasil

Oi, eu sou o Neme e eu tenho uma história pra contar. É uma história bem merda, especialmente pra mim, mas ainda assim é uma história que merece ser contada, e mais: vou contá-la de trás pra frente, tipo que nem no filme Irreversível.

No mais, vou lembrar pra sempre desses dias loucos entre o final de 2016 e o começo de 2017, em que trabalhei com uma equipe incrível, perseguindo um sonho de infância. Igor, Gabriel, Nino e Elisa, vocês têm um espaço especial no meu coração por causa dessa quest.


O FIM (?)

Daí, em resposta ao anúncio, o Antônio Pop publicou o seguinte desabafo:

Se tiver paciência de ler, não curta. COMPARTILHE! Obrigado!

-x-x-x-x-x-x-x-x-x-

FOI UM DIA ESPECIAL… aquele 28 de novembro 2015. Fábio Ribeiro, nosso despachante, havia conseguido uma brecha com a Hasbro e haveria a possibilidade de começarmos a tratar da publicação do D&D no Brasil. Para uma tarefa tão árdua, tão grande, tão pesada o Fábio cometeu o primeiro dos erros que cometeria nesta história toda, mas com certeza o mais complicado dos erros.

Formou um grupo de editoras que trabalhariam no projeto D&D, ou seja uma forma de unir editoras para conseguir a publicação do D&D no Brasil em português.

Foram convidadas para o projeto a Redbox, a Meeple BR e a Fire On Board que formariam uma nova editora, uma Joint Venture chamada FMR (com as iniciais das empresas, Fire Meeple Red) com objetivo único de publicar o D&D.

Após meses de reuniões, idas e vindas, emails respondidos, outros esquecidos, projetos formulados, formulários preenchidos, estávamos muito próximos de conseguir finalmente a licença do D&D para o Brasil quando descobrimos uma informação quente. A Gale Force Nine da Inglaterra estava sublicenciando o D&D para outros idiomas com o Aval da Wizards. Havíamos descoberto o por que do processo estar parado em Seattle.

Aqui cometemos o erro 2. Vejam só:

Trocamos o Fábio, interlocutor com a Hasbro/Wizards, pelo João Barcelos da Fire On Board. Deste ponto em diante o João seria o responsável por negociar o licenciamento do D&D pela FMR. e assim foi por todo o ano de 2016 quando tivemos uma reunião em ESSEN com a Gale Force Nine.

Na reunião conhecemos toda a equipe, ficamos sabendo que iríamos ser a editora do D&D no Brasil que tudo estava certo e que teríamos que correr com a produção, tradução e etc. Estava tudo certo. Só falta o que? O contrato da Wizards conosco que estava sendo “aprovado” pela matriz e seria assinado em breve.

Com essa resposta positiva de sucesso nas mãos, partimos para a parte prática da coisa. Marcamos uma reunião com todas as empresas aqui em Niterói em novembro de 2016. Eram os últimos passos para termos o D&D em português. E eles foram dados durante um sábado de grande trabalho numa reunião que levou praticamente o dia inteiro.

Veio pela Redbox, eu e o Fabiano pela Redbox, o Diego Bianchini pela Meeple Br, o Fábio Ribeiro pela Rigo Logística e pela Fire on Board uma comitiva. João Barcelos, sua namorada Aline e o irmão da namorada do João (?!?!?) Yuri.

Várias coisas ficaram decididas. Preço, forma de trabalho, divisão das tarefas (a Redbox ficaria a cargo da parte editorial, tradução, diagramação e parte gráfica bem como a comercial), um selo para ser trabalhado e não confundir com as empresas antigas, que teríamos um blog para material não oficial, quem faria essa ou aquela coisa. Enfim, decidimos TODA a parte contratual da FMR. Sabíamos quem faria o que e quanto cada empresa teria de pagar para entrar no projeto.

Como já era novembro e o prazo era curto, começamos as traduções já na semana seguinte. Formamos um equipe de tradutores e revisores profissionais (Gabriel de Oliveira Brum, Nino Xavier Simas e Elisa Guimarães) que também eram jogadores para traduzir o Players e deixamos a coordenação da tradução na mão do Igor Moreno. Conheço poucas pessoas que manjam mais de traduções, inglês e D&D 5 ed. no Brasil (Valeu cara! Fomos sacaneados mas valeu pelo trabalho classe A)!

No entanto após a formação da empresa estar combinada algumas coisas começaram a acontecer, isso acendeu a luz amarela, mas infelizmente nunca tivemos uma visão clara do que estava acontecendo…

O contrato da Wizards nunca chegava. as reuniões que o João Barcelos fazia nunca eram reportadas direito. só frases curtas e sem muito direcionamento, tipo “eles estão cansados do evento. Ficou pra semana seguinte”. E coisas desse porte. A Luz amarela começava a ficar laranja.

Veio o ano novo e a promessa era de contrato assinado em janeiro!

Esperamos janeiro e a assinatura do contrato foi prorrogada mais uma vez para fevereiro.

Chegamos em fevereiro e descobrimos que a FoB já estava usando a alcunha “editora que publicará o D&D no Brasil” como forma de melhorar o seu desempenho junto aos lojistas. Interpelado por isso, João Barcelos pediu desculpas e disse que isso não se repetiria…

E não se repetiu.

No dia que receberíamos o contrato para assinar, recebemos um email vago e exageradamente pseudojurídico informando que a FoB não tinha mais interesse no projeto e se retirava do projeto D&D/FMR.

Como assim? Mas em que pé as negociações pararam? Por que vcs saíram do projeto? Nada foi esclarecido e quando procuramos a Gf9 para retomar a negociação, a bomba!

“A Fire on Board já assinou o contrato do D&D para o português. Desculpe mas não sabíamos dessa história. Passar bem.”

E foi assim que soubemos que fomos sacaneados. Muito sacaneados.

Fizemos várias reuniões sobre como lidar com isso? Jogar no ventilador? Processar? Embargar o negócio? Mandar comunicação por escrito através de advogados? Temos pilhas e pilhas de provas, emails, fotos, mensagens, e até vídeos e áudios, vale a penas processar? Vamos Comunicar a Wizards e a Gale das complicações jurídicas que viram pela frente? Foram várias as sugestões do que fazer.

No fim, definimos que não iríamos atrapalhar o D&D no Brasil. Não seria justo com esse monte de jogador que anseia pelo livro e que não tem oportunidade de jogar em inglês. Não atrapalharemos nosso mercado. Não sacanearemos com ninguém.

Essas coisas pertencem a vida. À entidade que vc acredita. Seja carma, inferno, danação eterna, consciência, lado negro da força. Seja no que você acreditar.

Estas coisas voltam e elas costumam voltar em dobro! Aproveite enquanto você consegue! Seja feliz! E continue baixando a cabeça quando passar perto da gente. Pessoas que agem dessa maneira, que acreditam que “vale tudo no mundo corporativo” não costumam ir muito longe. Ou melhor elas chegam até muito longe, mas quando caem… #eikefeelings

Deve ser um orgulho danado anunciar a publicação no seu país e no seu idioma! Mais do que caminhões de dinheiro (que nós sabemos pelas contas e orçamentos que fizemos enquanto estávamos no projeto, não virá) deve dar um orgulho danado ser o portador da licença do D&D no Brasil. Mesmo que para isso você tenha de enganar outras 3 empresas, dezenas de pessoas, esmagar sonhos pessoais, realizações de infância de um monte de gente.

Enfim, pra concluir. Parabéns pro nosso mercado que voltará a ter o D&D e português. Parabéns pela Fire On Board pelo golpe de mestre. Talvez vcs entendam mais de D&D do que a gente por que rolaram um 20 no ataque pelas costas.

Pra nós, resta apagar os PVs perdidos e seguir em frente. Nos vemos no Vigésimo Nível.

A repercussão desse post foi absurda, e a resposta que tivemos da comunidade só nos deixou mais convictos do carinho que a comunidade RPGística do Brasil tem pela Redbox Editora. Em momentos como esse, é o que mais importa.


O ANÚNCIO

Então, depois de muita enrolação e sabe-se lá mais o quê, no dia 21 de março veio o anúncio oficial de que a quinta edição do D&D seria regionalizada, e a editora Fire on Board seria a responsável pela edição nacional.

Isso foi a pá de cal no projeto como um todo, porque confirmava aquilo que vínhamos desconfiando: de que a Fire on Board em momento algum negociou o D&D em nome da FMR, apenas usou o know how da Redbox Editora para viabilizar um negócio que ela não tinha (e não tem) a menor condição de administrar.


SNEAK ATTACK!

Claro, a coisa já não vinha bem há algum tempo. Relacionamentos são assim, existem aqueles que dão certo e rendem frutos, existem aqueles que não dão certo e se tornam um problema. E pra mim já era óbvio que o tipo de relacionamento que vinha se formando dentro da FMR era do segundo tipo.

Mas vou confessar aqui: eu não estava pronto pro email que recebi da Aline no dia 15 de fevereiro de 2017.

Olá, Boa noite.

Por motivos estratégicos e logísticos, além da ocorrência de alguns fatos que vão de encontro com a filosofia ética da empresa, a Fire on Board Jogos não poderá dar sequência ao projeto ventilado/fantasiado na reunião feita, restando prejudicada, pois, todas as tratativas ali idealizadas para a formalização deste projeto.

Decidimos formalizar isso por e-mail para ficar esclarecido para todos, que estão recebendo este e-mail, todos juntos.

Estamos abertos a conversa. Entretanto, nossa decisão é certa, e não pretendemos retroceder.

Respeitosamente,

Fire on Board Jogos

Esse email foi meio que a pá de cal em um relacionamento que já estava complicado, por tudo o que tinha acontecido até ali, toda a desinformação, toda a enrolação, tudo.

Sempre recebemos informações da Fire on Board de que estava tudo certo, de que o D&D era nosso, que o contrato já estava a caminho,


UM RELACIONAMENTO COMPLICADO

Talvez chamar de “complicado” o relacionamento dentro da FMR seja um eufemismo e tanto, até porque em qualquer tipo de parceria, a confiança é o elemento mais importante, e é o norte de qualquer tipo de atitude a ser tomada.

Só que isso não acontecia na FMR. Enquanto a Redbox, a Meeple e o Fábio tinham um diálogo franco e ágil, o retorno que tínhamos da Fire on Board era sempre lento, vago, incerto:


TRADUZINDO O PLAYER’S HANDBOOK

O trabalho de tradução do PHB foi uma coisa que sempre vou levar comigo. A sinergia que se criou na equipe, a vontade de fazer o negócio acontecer, o esforço para cumprir prazos impossíveis (ainda mais se considerarmos que o livro foi traduzido na época de Natal e ano novo!), planilhas, planilhas e mais planilhas de guias de tradução, memória de tradução, termos polêmicos e tudo o mais. Foram debates muito legais, sobre “vamos traduzir coisas como Waterdeep?”, pesquisas sobre a etimologia da palavra “fiendish”, só para relembrar as melhores partes.

E o melhor: a missão foi cumprida, os tradutores, incríveis, entregaram o material no prazo, revisamos tudo, organizamos tudo.


A REUNIÃO

E finalmente nos reunimos no Rio. Depois de muitas conversas, muitas tratativas por email e chat do Facebook, todas as empresas envolvidas no projeto de trazer o D&D pro Brasil se sentaram ao redor de uma mesa e acertaram diversos detalhes.

A reunião foi muito divertida e engraçada, porque ficou claro que a Fire on Board não fazia (e talvez ainda não faça) ideia do tamanho da empreitada. Lembro das minhas risadas com o Antonio quando ouvia a respeito das expectativas de vendas dos livros, inclusive fizemos um bolão de quantas cópias seriam vendidas na pré-venda (e eu, o mais sonhador de todos, apostei a quantidade mais alta de todos na mesa).

Na reunião muita coisa foi decidida: orçamentos, prazos, o quê seria lançado, como seria lançado, quando seria lançado, a participação de cada uma das empresas no processo do D&D, esbocei um contrato ali na hora, enfim, foi sentado ali naquela mesa, no apartamento do Antonio em Niterói, que o projeto do D&D tomou corpo.

Ali foi tudo bem, foi um namoro legal, todo mundo sorrindo, todo mundo feliz… nessa mesma noite eu comuniquei o Igor de que ele seria co-diretor de tradução, junto comigo, e teve a melhor reação da vida, em parte por causa da conexão ruim, que fragmentou a notícia que a gente tava passando, em parte por causa do PORRA, É O D&D!


A NOTÍCIA

É engraçado como às vezes as coisas simplesmente caem no teu colo. Eu tava indo pro escritório, quando o Antônio chama a mim e ao Dan no chat do Facebook. Eu não lembro exatamente o quê ele falou, mas foi algo como “gente, não tá nada certo ainda, mas eu acho que a gente vai publicar o D&D”.

Putz, eu nem soube como processar essa informação, o D&D é um troço que faz parte da minha vida, eu sou o quê eu sou hoje por causa do D&D, e ter a oportunidade de trabalhar com o jogo no Brasil era um sonho de infância. Na verdade nem sonho era, porque essa ideia era tão distante que eu nem conseguia me colocar nela.

Comentei com meus amigos, com minha mulher, com a minha mãe, porque PORRA, É O D&D! É tipo conseguir o ticket dourado pra fábrica do Willy Wonka!

No decorrer do dia, fomos ajustando alguns detalhes, e nos meses que se seguiram, alinhamos diversas questões que seriam discutidas em uma reunião na casa do Antonio, em Niterói.

Chegando em casa, fui pra cama com um sorriso no rosto, afinal de contas, eu tinha conseguido o ticket dourado, eu ia trabalhar com o D&D no Brasil.

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38 comentários em “Sobre o D&D 5ª edição no Brasil

  1. Li tudo e a conclusão é clara: foram trapaceados. Você foram usados pela Fire on Board para convencer os gringos que tinham todo o necessário para fechar o contrato. E quando fechou, a Fire on Board descartou a parceria por ela já ter cumprido seu propósito. Esse João deveria ser político…

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  2. Cara sinto muito pelo ocorrido. Fiqueis em êxtase ao saber que o DD5 seria publicado em português, mas as custas de um golpe aplicado em pessoas que se empenharam em fazer a coisa acontecer me brochou. Não sei oq dizer a vocês, esta e uma situação (traição) que ninguém deveria passar nesta vida. Caras sejam firmes e na boa… processem a Fire, esses caras não merecem essa honra eoubada das pessoas que merecem. Um forte abraço.

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  3. O mais triste de tudo isso é que o João@FoG afirmou, a todo momento, que tinha NADA CONCRETO. O que li nesse texto tinha concreto para dar e vender, ir à lua e voltar de tão firme que estava as coisas. Cobrava demais, informava de menos. O que parece é que deixava o pessoal ocupado o bastante para tratar da parte técnica do projeto enquanto firmavam tudo favoráveis a eles e eles estavam a enrolá-los a todo momento. Quando um pede para estar na reunião, desconversa e faz cobrança em seguida. Agiram de má fé todo o momento, foram maliciosos, oportunistas sim. Que nojo!

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  4. Fonte: https://ghostbin.com/paste/ezsnt

    Proprietário: João Vitor Favato Barcelos
    CPF: 123.406.047-70
    Email: jvfavato@gmail.com
    Facebook: https://www.facebook.com/joaovitor.favatobarcelos?ref=dump

    Fire On Board Jogos LTDA – ME (atual empresa)
    CNPJ: 22.672.434/0001-70
    Endereço: R Castelo Branco, 448 – Anexo, Praia da Costa – Vila Velha/ES 29.101-480
    Email: fireonboardjogos@gmail.com
    Telefone: +55 27 99547150
    Socios:
    – Joao Vitor Favato Barcelos
    – Roberto Luiz Carvalho de Moraes
    – Izabel Maria Favato Barcelos
    Capital Social: R$ 110.000,00

    Fire on Board Jogos (antiga empresa, registro já baixado)
    CNPJ 22.184.803/0001-86
    Email: fireonboardjogos@gmail.com
    Telefone: +55 27 30750445, +55 27 99547150

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  5. Neme, me desculpa ter duvidado de vocês. Obrigado pela verdade. E saiba que seus inimigos, são meus inimigos e onde quer que vá terá minha lealdade para acompanhá-lo.

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  6. Que triste. Não sei o que dizer, Meus profundos sentimentos. Decepcionante ver como vcs foram manipulados todo o tempo. bastava uma simples evidencia das famigeradas reuniões. Apenas uma para corroborar com o que dizia-se que estava acontecendo. Tudo que jogamos pro céu, cai em nossas cabeças. Mesmo que o D&D seja lançado dessa forma vergonhosa, vcs fizeram parte disso. Acredito que os mais conscientes, devem agradecâ-los por direito. Fiquem em paz. 😦

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  7. É muito triste, mas triste mesmo perceber que nos últimos tempos o Brasil é um grande exemplo de pilantragem e corrupção. São exemplos e mais exemplos vindos por todos os lados, de todos os cantos. Se alguém la fora disser que é praticamente impossível confiar em um brasileiro, serei forçado a ter de concordar.

    E D&D 5ª chega ao Brasil com essa mancha no currículo… A unica coisa que eu posso fazer é o que ja estou fazendo: ignora-lo. Jogos e sistemas não faltam e se tudo o mais der errado, PS$ e PC nunca me faltarão.

    Todo o apoio a Redbox e a Meeple BR.

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  8. Eu não entendi o motivo de unir as editoras. Penso que motivos como: acelerar a distribuição do livro, concorreria no preço, tipo de papel. Exceto esses que citei, não consigo entender por que se uniriam, pode me explicar isso?

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    1. Redução de custos para cada empresa, além de utilizar a especialização de cada empresa (administração, distribuição e contatos) para maximizar os resultados.

      Só confirma o que eu desconfiava: A FoB usou a estrutura formada pela FMR para mostrar a Hasbro/Wizards/GL9 que era capaz de dar conta do lançamento do livro no Brasil. E, tão logo conseguiu, descartou os outros sócios da FMR, alegando que não assinou nada.

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    2. Porque é um projeto deveras grande, e a Redbox não conseguiria lidar sozinha devido a necessidade de uma logística mais experiente e outras necessidades operacionais que as outras empresas poderiam suprir.

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  9. Como jogador e mestre o que farei? Não comprarei estes livros, e compartilharei para a noticia para que não sejam comprados por outros jogadores e players. Sinceramente, venho sonhando com os livros traduzidos oficialmente para PT/BR desde a primeira vez que joguei D&D, mas o que a FOB fez é imperdoável. As três empresas se juntaram para fazer algo INCRÍVEL e só ela quis levar o crédito desde o começo, e não mediu esforços para passar a perna nos outros? Sinto muito pelo o que aconteceu.

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  10. Vcs deveriam processar e botar pra fo#$@. Sobrevivemos até o momento sem o novo D&D e podemos sobreviver um pouco mais.
    Força e ataca a machadada (processo) nesse safado que vos passou a perna. 😠

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  11. Neme,

    Se precisar de um advogado estou à disposição. Entendo que não querem melar a negociação da Hasbro e o D&D no Brasil, mas isso não impede processar a Fire on Board e reaver uma parte dos lucros que eles tiverem, assim como o pagamento pelo serviço já prestado.

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  12. Fabiano, me desculpa a sinceridade, mas há um ditado que tudo que acontece conosco, nós merecemos. Vcs foram muito passivos com esse João cara, e por causa disso acabaram pagando o pato. Agora me falar que não vão processar “por que não querem barrar o D&D no BR”, por favor né?! Se não processarem esses canalhas, além de desrespeitados, vocês ficaram como trouxas da história. Foda-se o D&D em português, onde está sua honra e integridade?
    #pas

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