Magias divinas

3 de Setembro de 2009 14:12

É sabido que os Clérigos, diferentemente dos Magos, recebem suas magias de suas respectivas divindades. Através de orações e meditação, o Clérigo recebe de seu deus as palavras de poder necessárias para lançar as magias que lhe são possíveis. Assim como acontece com os Magos, após lançada, a magia é apagada da memória do Clérigo.  Por isso é importante a relação entre o sacerdote e a sua divindade.

Todo Clérigo é devoto de um deus, cujos dogmas servirão de guia para o sacerdote.

Um Clérigo de 1º nível recebe instruções de um sacerdote mais poderoso, que o instrui nos dogmas do deus. Após esse treinamento, o Clérigo está apto a iniciar sua carreira, e é nessa situação que ele aprende as magias de 1º Círculo. Após, a continuidade do serviço e da pregação da palavra de seu deus dão ao Clérigo a possibilidade de, através de outros sacerdotes mais poderosos, venha a aprender as magias de 2º Círculo.

Por sua vez, as magias de 3º, 4º e 5º Círculo são obtidas através da ajuda de servos sobrenaturais da divindade. Ou seja, é através da meditação e orações que as necessidades do Clérigo são compreendidas e que as magias devidas lhe são dadas através de lacaios do deus correspondente.

Por fim, as magias de 6º e 7º Círculo são concedidas através da comunicação direta com a divindade, sem intermediários.

Se o Clérigo não foi devoto o suficiente, não pregou a causa de seu deus, enfim, não se dedicou à divindade a qual serve da maneira correta, é improvável que venha a ser atendido pelos servidores da divindade, não obtendo, desta forma, as magias de Círculos intermediários sem que se arrependa da sua falta de fé e compense de alguma forma tamanha falta. É inquestionável o fato de que, para contatar diretamente com a divindade, é preciso que a campanha clerical seja impecável.

Em caso de falta na devoção, é provável que os servos da divindade (anjos, semi-deuses, etc.) exijam que o Clérigo passe entre 2 e 8 dias em orações e litanias, buscando o perdão divino pela pouca fé, fazendo todos os sacrifícios exigidos para alcançar o perdão divino. Esses sacrifícios são determinados pelo próprio Clérigo, que poderá ser auxiliado pelos servos sobrenaturais nessa busca, com a concessão das magias necessárias; entretanto é exigido do Clérigo o cumprimento de tal sacrifício, do contrário o sacerdote deverá encarar as consequências de seu ato.

Neste último caso, onde o Clérigo infiel deseja magias acima do 5º Círculo, a divindade certamente estará desgostosa com seus serviços, e irá humilhar e apontar ao sacerdote todas as suas transgressões e determinar uma pena que deverá ser cumprida para, após, voltar a lhe conceder magias.

Um Clérigo que, nesta ou em qualquer outra situação, venha a querer seguir outra divindade, enfrentará graves problemas. O deus anteriormente adorado colocará uma marca no sacerdote, que servirá como um alerta para todas as divindades e servos sobrenaturais de que aquele é um traidor. Caso o Clérigo se arrependa de ter dado as costas para seu deus, poderá implorar por perdão e para ser aceito novamente – o que é bem improvável que venha a ocorrer.

Ao Clérigo que mudar novamente de divindade não será dado perdão: será morto imediatamente.

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