Old Dragon – sexta, sétima e oitava sessões

Na sexta sessão, tivemos um grupo reduzido, pois Omir e Baichmir estavam aprisionados na caixa. Tivemos também a entrada de mais um personagem, este um mago elfo sem nome, com aminésia praticamente completa.

Seguindo pelo caminho, Aedan, Altamir e Samira se depararam com um grupo de elfos negros, subjugados e derrotados pelos aventureiros. Com eles estava um elfo, desacordado, com um estranho aparato fixado em sua cabeça. Esse elfo, que não lembra de nada a respeito do seu passado, era mantido prisioneiro dos elfos negros, que se valiam de seus poderes psíquicos para terem informações a respeito do paradeiro de Arak-Tachna. Esse elfo, cada vez que dorme, tem 30% de chances de ter um sonho que dá informações a respeito do passado ou do futuro, ligadas ao contexto do dia anterior. Libertado pelos aventureiros, o elfo sem nome se juntou ao grupo e se embrenharam ainda mais na dungeon.

Após um quase-TPK em um combate terrível contra um cubo gelatinoso, o grupo resolve parar para descansar. Então, o elfo sem nome tem um sonho premonitório, onde se viu tendo relações amistosas com um humanoide vestindo um manto amarelo.

Seguindo pela dungeon, o grupo se depara com um lich adormecido. Altamir resolveu tentar pilhá-lo, mas foi impedido pelos outros aventureiros.

Adiante, chegaram a uma cidade subterrânea com vários monges vestindo mantos amarelos, com milhares de zumbis que serviam de operários e trabalhadores. Sabendo que não teriam chance de lutar contra essa horda, o grupo resolve ser diplomático e chega para conversar com um dos monges.

Falam para ele da caixa e da prisão e ele, de pronto, se propõe a abrir a caixa e resgatar Baichmir e Omir.

Enquanto isso, dentro da caixa, começa uma grande comoção na cidade, com os moradores gritando “Carcosa! Carcosa!”, com uma runa queimando em suas testas e, logo depois, com suas cabeças explodindo. Omir é resgatado na hora, ficando com a runa marcada em sua testa. Baichmir não tem a mesma sorte e morre.

Já na sétima e oitava sessões, ainda nessa cidade subterrânea, o grupo fica sabendo de maiores detalhes a respeito deste estranho culto. São adoradores de Hastur, um dos deuses antigos e que a chegada do elfo sem nome (chamado de Profeta do Caos pelos monges) estava prevista em uma profecia, e que significava o retorno do grande líder dos cultistas: o lich adormecido, Acererak. O elfo sem nome e Omir resolvem usar seu tempo livre para pesquisar a respeito dessa cidade e descobrem uma inimizade com o Senhor dos Dragões e com os elfos negros.

Com o retorno do líder, o grupo é bastante congratulado e lhes oferecem as melhores instalações da cidade. Já devidamente instalados, eles recebem uma visita inusitada de uma elfa negra zumbi, que lhes entrega um bilhete que fala que a cidadela dos dragões fica ao leste da onde estão.

E eis que os aventureiros rumam para o leste. Chegando na cidadela dos dragões, o grupo descobre que o Senhor dos Dragões já havia enfrentado esse culto e havia fracassado, sendo humilhado por Acererak.

Mas, intrigados com a possibilidade de terem libertado Carcosa, os aventureiros pedem ajuda para um dragão para que sejam levados até a superfície para que possam ver a região. E suas suspeitas se confirmam ao verem o cenário absolutamente modificado, com uma imensa cidade se espalhando por toda a costa.

Movido por vingança, o Senhor dos Dragões concorda em se juntar aos aventureiros para levar a guerra até os monges amarelos. Mas também concorda que é impossível sair vencedor sem ajuda. Nesse momento, decidem pedir auxílio aos elfos negros.

Após viajar até a cidadela dos elfos negros, convencem a matriarca da cidade a enviar elfos negros para lutarem lado a lado contra os cultistas de Hastur.

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