Old Dragon – terceira sessão

Semana passada rolou a terceira sessão da minha campanha de Old Dragon. O grupo, ferido e cansado, retornou à cidade, para se curar, comprar equipamentos e estudar mais sobre as adagas gêmeas. No caminho para a cidade, encontram Meepo e os kobolds libertos acampando próximos da montanha.

Uma vez em Porton, descobrem que Eirimos não é exatamente querido por seus conterrâneos, que zombam dele, chegando a arremessar frutas podres em sua direção.

Eirimos, estudando seus livros arcanos, descobrem que as adagas gêmeas têm um poder que permite manter uma criatura aprisionada em raios, por um curto espaço de tempo. Sem saber ao certo como, decidem que será útil para devolver Arak-Tachna para a prisão.

Naquela noite, Altamir é acordado por uma criatura estranha se movendo no chão do quarto e sussurrando em repetição o nome de Arak-Tachna. Baichmir também acorda e, depois de acender uma lanterna, descobrem que é Omir, se movendo como uma aranha, com os olhos vidrados e aparentemente inconsciente. De repente, Omir emite um grunhido gutural e vomita milhares de aranhas minúsculas, envoltas em bile.

Também notam que algo na mochila de Omir brilha incandescente e, depois de abri-la, descobrem dois ídolos de Arak-Tachna, que Omir pegara na mina.

Sem saber o que fazer, Altamir e Baichmir levam Omir e os ídolos até o templo da cidade, onde são recebidos pelo clérigo Zortak e por seu estranho ajudante, Blob. Zortak atribui a situação à influência dos ídolos, que facilitam a comunicação dos Deuses Antigos com seus cultistas e que Omir, por tê-los roubado, estaria sob a influência de Arak-Tachna. Zortak fala também que os aventureiros devem ter cuidado com Eirimos, pois ele é interessado demais nos Deuses Antigos.

Entretanto, Baichmir sente algo estranho no templo, como se ele não estivesse num local sagrado, consagrado por criaturas ordeiras, mas sim em um local maculado pelo caos.

No dia seguinte, Altamir, Baichmir e Eirimos partem em direção à mina, para tentar aprisionar Arak-Tachna. Porém, no caminho, descobrem o acampamento kobold destruído, com vários kobolds mortos e uma trilha de destruição que leva para o coração da floresta.

Enquanto Altamir e Baichmir querem seguir a trilha para tentar encontrar Meepo, que desapareceu, Eirimos alerta sobre a urgência de prender Arak-Tachna novamente. Após uma longa discussão, Altamir e Baichmir saem à caça de Meepo, enquanto Eirimos, que se recusou a ajudá-los, os aguarda no acampamento destruído.

Seguindo a trilha de destruição, os aventureiros chegam até uma torre arruinada e cheia de teias de aranha. Investigando a ruína, descobrem dois kobolds presos em casulos de teia que, ao serem resgatados, alertam algumas aranhas, que partem para cima dos dois aventureiros.

Depois de derrotá-las, Altamir e Baichmir buscam um plano para tentar entrar na torre e resgatar Meepo. Altamir resolve atirar pedras nas teias, tentando alertar e atrair para fora as aranhas que habitam a torre. Ao invés, são surpreendidos por um homem nu, que sai de um buraco no piso da torre. Altamir, sem pestanejar, arremessa uma nova pedra, desta vez mirando o homem misterioso, acertando-o em cheio.

O homem perde o controle e derrete, revelando-se um shoggoth. Enquanto Altamir atrai a criatura horrenda para longe, Baichmir entra na ruína e encontra Meepo paralisado em um altar. Após o resgate e após terem despistado o terrível shoggoth, os aventureiros se reúnem com Eirimos e, para seu desespero, resolvem retornar novamente para a cidade, para curar Meepo e os outros kobolds…

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