Ptolus: sessão 6

Ainda na dungeon sob o Templo do Deus Rato…

Ulfar investiga as duas portas na sala em que o grupo está, desarmando as duas armadilhas que estavam nas fechaduras. Após abrirem as portas, descobrem duas escadas, uma que leva para um nível superior, outra que leva para um nível inferior da dungeon.

Optando inicialmente por tomar o caminho que levaria para o nível superior, os aventureiros chegam em uma nova sala vazia, com duas novas portas. Abrindo a primeira porta, os aventureiros chegam a uma sala com diversos objetos de prata, onde são atacados ferozmente por um poltergeist, fazendo com que o ladrão sucumbisse ao pavor e fugisse apavorado da sala. Ulrik, o paladino, enfrentou o poltergeist praticamente sozinho e, depois de uma difícil batalha, conseguiu derrotá-lo. Além dos objetos de prata, o grupo encontra um rubi, exatamente do mesmo tamanho da safira encontrada anteriormente, que foi usada para abrir a porta do demônio sorridente, e dois pergaminhos, um de detect magic e um de dispell magic.

A outra sala, circular, possui uma fenda no meio e, sobre essa fenda, correntes presas no teto, sendo que algumas delas desciam até o final da fenda. Ulfar, aproveitando-se de sua habilidade e de sua visão no escuro, desceu as correntes para investigar o fundo da fenda. Descendo lá, encontrou um corredor que levava por debaixo da dungeon, mas retorna para junto dos outros aventureiros, deixando a exploração para depois. Sem grandes complicações, o grupo passa pela fenda e, seguindo o corredor, chegam à intersecção inicial, logo após a porta sob o demônio sorridente.

Ainda havia uma porta desta parte da dungeon a explorar, e foi para lá que o grupo se dirigiu. Após abrir a porta e descer pela escada, os aventureiros chegaram a uma nova sala, vazia, apenas com um baú. Ao se aproximar do baú para procurar armadilhas, Ulfar foi surpreendido por um fantasma que atravessou a parede e se pôs sobre o baú. Apavorados, Ulfar e Dean fogem da sala, deixando Ulrik sozinho com o espírito.

Porém o fantasma não atacou Ulrik, ele era Robert, um explorador que morreu nessa dungeon há muitos e muitos anos atrás, e pede que Ulrik providencie um enterro digno para seu corpo. Depois de prometer a Robert que irá providenciar este enterro, Robert desaparece, mas antes diz para Ulrik ter cuidado com a sala de gelo, mas antes dela existe a esperança. Mas a esperança não é o que parece ser. Após o retorno dos aventureiros amedrontados, Ulfar abre o baú e encontra uma espada mágica. Mas mais que isso: descobre que atrás do baú havia uma porta secreta, que levava para uma espécie de armorial, contendo uma lança, um cetro e um pote com um pó especial.

Então, sem nenhuma sala a explorar, o grupo resolve descer a fenda e investigar o corredor que Ulfar descobriu. Seguindo pelo corredor, os aventureiros chegam a uma sala imensa e muito alta, com uma passarela estreita circundando o desfiladeiro acima deles. Nesta sala encontram também os ossos de Robert, identificado pelos papéis do império que trazia consigo.

Seguindo essa sala, encontram um novo corredor, que leva a uma sala muito estranha. Uma sala feita de uma pedra extemamente lisa e branca, e o seu formato, semicircular, denunciava uma geometria não-euclidiana. Nessa sala o grupo encontrou uma caixa de prata, perfeitamente lisa. Ao tocá-la, a caixa automaticamente se abriu, revelando diversas moedas provenientes da antiga cidade de Ptolus. Após tomar as moedas, os jogadores retornam pelas correntes e retornam pelo caminho, até a sala das cabeças de demônio, para colocar o rubi no olho do demônio entristecido.

Aberta a segunda porta, o grupo desce por um túnel que leva até a passarela que circundava a grande sala onde encontraram o cadáver de Robert. Essa passarela é extremamente estreita, e Ulfar, o mais ágil do grupo, se dispõe a ir na frente, carregando uma corda para servir de apoio para os outros. Porém, no caminho, Ulfar é atacado por dois elementais do ar, que o desequilibram e o derrubam da passarela. Extremamente ferido, o anão é puxado pela corda por Ulrik. Após diversas tentativas, os aventureiros finalmente liquidam os elementais e seguem pela passarela.

Seguindo o corredor após a sala dos elementais, o grupo se depara com duas portas. Atrás de uma, encontram um grupo de dire rats mortos-vivos, que são combatidos e derrotados. Atrás da outra, um vento gélido e neve, mas antes de explorá-la, resolvem investigar a primeira sala, onde encontram um ídolo do Deus Rato feito de ouro e uma jarra com um líquido preto. Após usar seu pergaminho de detect magic, Dean descobre que a jarra é um outro item, polimorfado na jarra, para ser camuflado. Usando dispell magic, o real item é revelado: um diamante, componente material para a magia trap the soul. Desfeita a magia, a alma aprisionada é libertada: trata-se de uma Malkuth, uma criatura celestial que habitava Ptolus.

Enquanto Ulrik e Dean conversam com a Malkuth, Ulfar vai investigar novamente a sala do inverno, e descobre que a ventania e a neve cessaram, revelando um bloco de gelo no fundo da sala, derretendo rapidamente. A Malkuth alerta os aventureiros sobre o perigo da sala do inverno, e se propõe a ajudá-los: cura todos os ferimentos dos personagens e lança as magias haste e blur, deixando-os prontos para o combate final. Enfraquecida, a Malkuth desaparece.

Na última sala, o grupo se depara com um Rhodintor, um servo dos Galchutt. A batalha é dura, mas os aventureiros derrotam a criatura caótica.

Sem ter para onde ir, o grupo retorna pelo caminho por onde veio, e, na saída do templo, são surpreendidos. Um homem encapuzado, tocando um sino quebrado, exige que entreguem as armas do caos. Aparentemente, o homem não sabe como eles conseguiram as armas. Junto com esse homem, estão 10 ratbrute usando dragon rifles. Após uma breve e fútil resistência, que deixaram Ulrik e Ulfar desacordados, Dean acaba entregando o pote com o pó, o cetro e a lança descobertos na dungeon. Algum tempo depois, Winteril, junto com Shibata resgatam o grupo. Ulfar, desacordado, sonha com uma moça misteriosa, que conta pra ele que sabe como é se sentir aprisionado, pois ela mesma é uma prisioneira em Ptolus. Logo depois, Ulfar acorda.

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