Ptolus: segunda sessão

Continuando então o relato da minha (quarta) campanha em Ptolus. Buscando contactar Jevicca, os aventureiros se dirigem até a estalagem Ghostly Minstrel, pois sabem que a maga é cliente freqüente do local, onde a encontram almoçando junto com Sheva Callister. Durante a conversa, Dean deixa escapar, talvez um pouco alto demais, que não entendia a relação de Erin com os Sorn. Por óbvio, a conversa deles foi escutada pelos ouvidos atentos de um homem que, logo em seguida, saiu apressado da estalagem.

Ainda durante a conversa, Jevicca comenta que achou estranho que Erin tenha deixado somente o seu apartamento na Guildsman District para Ulrik, pois o mago falecido possuía também uma mansão no Noble’s Quarter, mas que esses assuntos não deveriam ser tratados em público e promete visitar Dean durante a tarde para conversarem melhor.

Encucados com a curiosa decisão tomada por Erin, os dois aventureiros vão até o centro administrativo de Ptolus para averiguar e, chegando lá, descobrem que o mago falecido deixara a mansão em Noble’s Quarter para ninguém menos que Gattara Vladaam.

Na saída do centro administrativo, Ulrik questiona Dean sobre uma lenda que escutara sobre Ptolus, a Rua de Um Milhão de Deuses, no Temple’s District. Dean revela que a rua realmente existe e que o levaria até lá. O primeiro templo que os aventureiros adentram é o Conclave Celestial, um templo que não é dedicado a deus algum, mas sim ao ato de adorar um deus. Lá eles encontram a responsável pelo templo, Liessa Vergan, conversando com um elfo querubim chamado Winteril. Winteril estava questionando Liessa sobre uma antiga lenda dos elfos querubim que envolvia deuses antigos que estavam enterrados sob Ptolus. Dean e Ulrik, já com um certo (porém pequeno) conhecimento sobre os Galchutt, interferem na conversa e trocam algumas esparsas informações, além de uma pista dada por Liessa: em Ptolus existe um minotauro chamado Shibata que provavelmente poderia ajudá-los na busca de informações sobre esses “deuses antigos”.

Na saída do Temple’s District, Dean e Ulric se deparam com o homem misterioso que saiu apressado do Ghostly Minstrel entrando no Templo do Deus Rato. Os aventureiros resolvem persegui-lo, mas são atacados por diversos homens-rato e dire rats e são expulsos do templo, com Dean à beira da morte.

Já devidamente recuperados, os aventureiros chegam à casa de Dean para esperar por Jevicca, que chega pouco tempo depois. Durante a conversa, Jevicca conta que tinha conhecimento superficial do envolvimento entre Erin e Gattara Vladaam, mas não sabia de detalhes, apenas que Erin acreditava que os Vladaam possuíam uma forma de adentrar Jabel Shammar e pegar o Book of Inverted Darkness. Jevicca também não sabia do porquê de Erin ter deixado a mansão em Noble’s Quarter para a tiefling. Jevicca também conta das relações entre os Sorn, os Shuul e Kevris Killraven. Relendo o diário de Erin, Dean se depara com uma informação que antes passara despercebida: o Deus Rato é na verdade Abhoth, um dos Galchutt.

Depois de encerrada a conversa, os aventureiros retornam ao apartamento na Guildsman District para investigar mais e descobrem um alçapão secreto no chão, que leva a uma espécie de porão. Descendo até esse porão, Dean e Ulrik se deparam com uma revelação horrenda: Erin realizava diversas experiências envolvendo criaturas, modificando-as ou colocando implantes mecânicos nelas. O porão estava cheio desses experimentos fracassados (por isso a localização próxima a um curtume, por causa do horrível cheiro dos cadáveres). Erin estava envolvido com Chaositech. Junto com esses experimentos, Dean encontra um grimório secreto, contendo diversas magias que envolvem Chaositech.

Enquanto vasculhavam o porão, Dean e Ulrik escutam batidas fortes e ritmadas à porta do apartamento. Quando Ulrik vai verificar quem é o visitante, descobre que não se trata de um chamado para atender à porta, mas sim que a porta estava sendo lacrada! Ulrik dá um encontrão na porta, arrancando as madeiras usadas para lacrá-la, mas logo depois é atingido por um frasco de fogo de alquimista arremessado por um dos visitantes: o apartamento de Erin estava sendo incendiado.

Dean e Ulrik conseguem escapar com vida do atentado e matar os envolvidos, quase às custas da vida de Ulrik, mas não conseguem evitar a destruição do apartamento. De todas as pesquisas e escritos de Erin, só restou o seu diário e o grimório encontrado por Dean. Investigando os corpos, descobriram que os incendiadores eram membros dos Sorn.

E agora? Como Ulrik e Dean prosseguirão com a investigação? Quem era o homem misterioso que escutou a conversa dos aventureiros na Ghostly Minstrel? Teria ele alguma relação com os Sorn? E, se sim, teriam os Sorn alguma ligação com os cultistas do Deus Rato?

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